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Pais Adivinham Quais Itens os Filhos Usam
10 min de vídeo · 2 mil palavras
Pais Adivinham Quais Itens os Filhos Usam é um episódio do Canal Foco no formato Testando o radar, sobre família, publicado no YouTube em 1 de setembro de 2024. O vídeo tem 10 min e 1,15 mi de visualizações.
Transcrito em 9 de outubro de 2026. Todas as transcrições
Cada minuto é um botão que toca o vídeo a partir daquele trecho.
Quantas pessoas você acha, mãe, que eu já [som de censura]?
Duas, né?
[risos] Só duas? [risos]
Chega em casa a gente vai conversar melhor sobre isso. [música animada] Olá, meu nome é Marília Coelho, eu sou a mãe da Andressa, tenho cinquenta e quatro anos.
Oi, meu nome é Andressa, eu tenho vinte e cinco anos e sou filha da Marília. [risos]
Eu sou o Wilson, tenho sessenta e quatro anos e esse é meu filho.
Oi, eu sou o Will e tenho trinta anos.
Me chamo Elizabeth Ferreira, tenho quarenta e quatro anos e essa é minha filha Karen.
Olá, eu sou a Karen Santos, tenho vinte um anos e essa é minha mãe.
Eu sou Alexandre Guarani, sou pai de alguns filhos e tenho dois aqui.
Meu nome é Thiago, tenho vinte e dois anos.
Meu nome é Lucas, eu tenho vinte anos.
Quão abertas vocês são um com a outra?
Muito íntimas, né? Eu conto tudo da minha vida pra minha mãe, eu sou bem aberta com ela.
E eu também, falo tudo pra minha filha, porque a melhor amiga minha é minha filha.
Eu sou praticamente cem por cento. A gente conversa de um tudo, sempre, desde pequenininha. Lá em casa não tem tabu, não.
Igual a gente, acho que eu falo quase tudo com minha mãe.
Mas eu ainda acho que ela esconde coisa de mim. [risos]
Prometi a mim quando eu era novo, que o meu sonho-- eu não tinha uma relação saudável com meu pai. Então eu tive um, um sonho, eu consegui ser um pai amigo, que, que tá, na, fazendo parte cada dia mais da construção da vida dele.
Você já vasculhou, Marília, meu quarto, já encontrou alguma coisa, mãe?
Não, a não ser que você esconda muito bem escondido.
Você acha que eu escondo alguma coisa de você?
Todo mundo tem alguma coisa pra esconder nessa vida, né?
[risos]
Ninguém é totalmente certinho.
Pode abrir os olhos.
Camisinha feminina. Esse aqui... Camisinha masculina. [risos]
Sabe o que é isso aí?
Isso aqui é a camisinha, né?
Sabe mesmo?
E, não fic-- é, pode ser.
E como é que eu nasci?
Na época eu não sa-
Como é que eu nasci?
Na época eu não usava isso.
Não sabia. [risos]
Filha, como é que está a sua vida amorosa?
Ela não tá. [risos]
Filha, como é que tá a sua vida amorosa?
Bem complicada. [risos]
A minha vida amorosa tá tranquilo, tá em paz.
Tá em paz mesmo. [risos]
Quer dizer... É.
Então, se não tá namorando, tá em paz. Tô num namoro, já tem quase-- vai fazer dois anos agora na segunda-feira. Assim, ele sabe tudo, né? A gente tá numa relação muito boa, tem um bom tempo já e tá só caminhando pra frente.
Você acha que ela já usou esse exemplo?
Sim, usou. É um dos segredos que ela nunca me contou. [risos]
Quantas pessoas você acha, mãe, que eu já [som de censura]?
Duas, né?
[risos] Só duas?
Chega em casa a gente vai conversar melhor sobre isso.
Com quantas pessoas você acha que eu já fiz [som de censura]?
Mais de dez pessoas, mais ou menos, cara.
Um pouquinho mais, aí. Não, é brincadeira. [risos]
Umas cinco, cada um, assim. Deixa eu pensar aqui, vai.
Quase, quase.
Quase.
Pode abrir os olhos.
É o quê? Um isqueiro?
A mãe nem sabe o que que é isso. [risos]
Eu não tenho certeza, não, mas isso não é aquele cigarro eletrônico?
É um cigarro eletrônico.
E serve pra que isso? [risos]
Eu não sei muito bem, não. Sei que puxa, solta uma fumacinha do bem.
Do bem? [risos]
Eu fumo charuto, eu gosto disso. Não uso isso, porque eu sou um charutófilo convicto, assim.
Você acha que o Will fuma?
Eu acho que não fuma nunca.
Você acha que ela já fumou, já experimentou?
Não, mas... Pode ser, gente. [risos]
Você fuma, filho?
Eu não.
O senhor já fumou alguma vez?
Já, já fumei uns dez anos.
Isso aqui não. A minha filha fuma. Esses filhos não fumam. Jamais na sua vida. Nada.
Parece de morango, isso daí.
Parece.
Eita, mas que diabo é isso? [risos]
É uma calcinha comestível. É, tipo morango, é. [risos]
Tô tirando, tô tirando. [risos]
É uma calcinha comestível e essa é de morango. [risos]
De morango.
Já comeu uma dessa?
Não.
Eu nunca comi.
Não, também não.
Normalmente você come o que vai dentro, né?
É.
Não, é.
Eita, o cara bota e fica doido, é comendo tudo, é? É um bizú mesmo.
Você usaria isso?
Sim, talvez.
Will, você usaria isso aqui?
Eu usar em mim, não. Cara, você usaria isso?
Eu usaria não, eu botaria a minha mulher pra usar, sim. Eu tiraria dela. [risos]
Mãe, você usaria isso aí com meu pai?
Ah, claro, fazer o bicho ficar doido. [risos] Ah, merda, não sei o que, não sei o que é, não. É pra botar bebida aqui, deve ser pra ficar cheirando aqui embaixo, é? Não é isso?
Não, não é isso, não.
É um bong.
Mas o bong é pra fazer o quê?
Não, não é isso.
Ah, não, eita, que... Meu Deus do céu! Um bong.
Você foi o primeiro pai a acertar.
Isso é um bong, mas eu fui muito doido, gente. Eu peço perdão, não sei se posso falar isso aqui.
Cara, ele é mais jovem do que a gente.
Você já fumou [som de censura]?
Nunca fumei, mas já fui, já fiquei muito louca só de marola, porque eu ia muito pra show de reggae.
É tipo o cachimbo da paz.
Mas não usa isso aqui, não.
Isso não usa, isso não.
Não, não usa.
Já fumou [som de censura]?
Não, é verdinho.
Nem posso, já sou maluca por natureza, se eu fumar um trem desse, eu acho que eu vou maper todo mundo, não sei.
E aí, Karen, você já deu um dos [som de censura]?
Não, graças a Deus.
Você já alguma vez na sua vida já fumou uma coisa- Muita. [risos]
Colherinha de cachorro. [risos]
Não conheço esse aqui, não. Tô desatualizado disso aqui, cara.
Esse aqui, se eu não me engano, é de colocar na boca.
Uma colherinha de cachorro? [risos]
Pode ser que eu esteja errado, mas que eu saiba é pra botar na boca.
A bolinha vai na boca.
Do cachorro, não é pra morder, né?
Não. [risos]
É da mulher, tal. Vráu.
Com raiva, é? [risos]
Karen, você já usou isso?
Nunca nem vi.
Você já usou isso aqui alguma vez?
Eu não, isso aí não.
Com certeza?
Certeza. [risada]
Tu tem um desse? Tu já usou um desse?
Eu não.
E pra que?
Empresta um desse aí pra gente experimentar, mãe.
Eu, hein? [música animada] Ah, esse aqui eu sei.
O que é?
É pra botar perfume.
Esse também eu sei não. [risada]
Parece aquele negócio de tirar lente.
Parece um sugador de, pra sugar leite mãe.
Isso não é pra lavagem íntima?
Eeeeta merda! [risada]
Você já usou alguma vez?
Não.
Vocês nunca usaram uma ducha higiênica?
Não, essa aqui não. Tomar banho é tomar banho mesmo e, né... [música animada]
É um teste de gravidez.
Já passou por algum susto de gravidez, filha?
Já, sei, uma vez. Misericórdia.
Já aconteceu de atrasar.
Atrasar.
Aí... Mas não, não tava grávido. Só que o susto.
Você já precisou usar isso?
Graças a Deus, não. [risada]
Esse já, eu, que eu saiba, não. Não, que eu saiba, não.
Mãe, você já passou por algum susto de gravidez?
Já, duas vezes.
Ah, duas.
Inclusive foi você e foi a Alice.
Você já usou um desse alguma vez?
Não, não. Se Deus não quer ter outro filho.
Nasceu mesmo.
Nasceu o meu, até hoje.
Com certeza. [risada]
Você já passou por algum susto de gravidez?
Já.
Já?
Já. O desespero foi tão grande que fiz um desse, fiz de sangue, fiz tudo, porque meus filhos já eram adolescentes. Eles queriam me matar.
Ela ainda fo-- levou a gente pra comer pizza pra falar isso. [risada]
Quantas vezes você já passou por um susto de gravidez assim?
Muitas vezes.
Tem que usar isso aí.
Tomara que não precise. [música animada] Menina, mas que trem esquisito. Já usou esse daí, já?
Não, esse aqui não.
Esse aqui é tipo uma camisinha, cara.
É. [risada]
Isso é pra botar encabeçado em alguma coisa, né?
[risada]
É pra cabeçar. [risada]
A cabeça.
Alguma coisa, cabeçar, é?
Não, isso é chapéu mesmo.
Isso é um coletor menstrual.
Foi a maior invenção que fizeram pras mulheres.
Coleta a menstruação pra, pra-
Isso.
dentro? Ah, viver é aprender. [música animada] Ah, essa aqui eu acho que eu sei mais ou menos o que que é.
Um vibrador, não?
Isso nunca foi usado, não, né?
Esse aqui é um objeto de masturbação feminina.
Você tem um vibrador?
Não, não tenho.
Você usaria, dona Vânia?
Ah, não, quer não. Usaria não.
Usaria não. Usaria não. Às vezes. [risada]
Ai, seu trava! Trava, menina, quer apanhar, é? [risada]
Elizabeth, você acha que a Karen tem um?
Acho que também não.
Ela acertou, Karen?
Acertou. [risada]
Esse é legal, dá pro meu pai brincar. Ele fica apertando com o controlinho ali, controla ele.
Não, vai, já tem o dele lá, já tem o dele lá. O vibrador dele ainda tá potente.
Acho que a gente achou que a gente se conhecia, mas no final a gente tinha ainda umas coisas ainda pra conversar.
É verdade. E teu pai vai te matar se souber. [risada]
Foi legal. Eu-
Foi bacana, foi bacana.
Eu achei bom, eu achei que eu nem ia conseguir falar, porque eu tenho muita vergonha de falar e eu tava com medo.
Vocês acham que conseguiriam ser mais abertas uma com a outra?
Eu acho que sim. Ela também ainda me embarreira um pouco, porque por mim eu es-- eu seria mais amiga dela ainda.
Tem coisa que não precisa, eu acho. Informação demais é mal.
Mas aí vocês acham que é bom guardar algumas coisas pra si mesmo?
É, né?
Às vezes é.
É.
Às vezes é.
E, pô, nada melhor do que seu pai pra, pra você, é, se abrir, sabe? E ter ele como meu melhor amigo é a melhor coisa.
É, eu também tenho ele como melhor meu, melhor filho também.
Olha, cê tem um monte de filho, cuidado, hein?
Não, mas tem mais.
Melhor filho. [risada]
Não são sete?
Você entrou na mesma lá, tá vendo?
Não, não. Ainda tem mais cinco filhos aí, nós somos seis filhos pra ele.